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Piora da Função Renal de Bolsonaro é Confirmada em UTI

Política

A saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro registrou uma piora da função renal e um incremento nos marcadores inflamatórios, conforme comunicado oficial emitido pelo Hospital DF Star, localizado em Brasília, neste sábado, 14 de março de 2026. A notícia, que mantém o cenário de preocupação, foi divulgada em um boletim médico que detalha o quadro clínico do ex-mandatário.

De acordo com as informações mais recentes fornecidas pela equipe médica, Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da instituição. Até o momento, não há previsão concreta para sua alta, o que indica a necessidade de monitoramento contínuo e tratamento intensivo para estabilizar sua condição.

Piora da Função Renal de Bolsonaro é Confirmada em UTI

Apesar da constatação de um agravamento nos indicadores de função renal, o hospital assegura que o ex-presidente demonstra estabilidade clínica geral. Ele segue recebendo tratamento robusto, que inclui a administração de antibióticos e hidratação por via endovenosa. Além disso, a rotina de cuidados abrange sessões de fisioterapia respiratória e motora, essenciais para a recuperação pulmonar e manutenção da mobilidade, bem como medidas preventivas contra a trombose venosa, uma complicação comum em pacientes hospitalizados em repouso prolongado.

A internação na UTI do DF Star ocorreu na manhã da última sexta-feira, 13 de março de 2026. Jair Bolsonaro foi admitido com um diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral, de provável origem aspirativa. Sua chegada à unidade hospitalar privada foi realizada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), após apresentar uma série de sintomas preocupantes que demandaram intervenção imediata. Entre os sinais observados estavam febre alta persistente, uma queda significativa na saturação de oxigênio, sudorese intensa e episódios de calafrios.

É importante salientar que, no momento de sua hospitalização, o ex-presidente Bolsonaro encontra-se sob custódia, cumprindo pena no Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como Papudinha. Ele foi sentenciado a 27 anos e 3 meses de reclusão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado, evidenciando o contexto judicial de sua internação.

O boletim médico que detalha o estado de saúde do ex-presidente é um documento oficial, assinado por uma equipe multidisciplinar de especialistas. Entre os signatários estão o cirurgião-geral Cláudio Birolini, os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, o coordenador da UTI Geral, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior, e o diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges. A assinatura conjunta reforça a seriedade e o consenso profissional sobre as informações divulgadas.

Decisões Judiciais e Protocolo de Visitação

Em meio ao processo de internação e tratamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) interveio com decisões importantes relativas ao acompanhamento e à segurança do ex-presidente. Em despacho divulgado na sexta-feira, 13 de março de 2026, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a presença da esposa de Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, no hospital. Ela foi permitida como acompanhante, oferecendo suporte durante este período delicado.

Adicionalmente, o ministro Moraes estendeu a autorização de visitação para os filhos do ex-presidente: Jair Renan, Flávio, Carlos e Laura, além da enteada, Letícia. Esta medida visa permitir o contato familiar durante a internação, em um momento crucial para a recuperação do paciente. Tais autorizações são concedidas dentro de um rigoroso protocolo, considerando a condição de custodiado do ex-presidente.

Piora da Função Renal de Bolsonaro é Confirmada em UTI - Imagem do artigo original

Imagem: agenciabrasil.ebc.com.br

A segurança de Jair Bolsonaro durante sua permanência hospitalar também foi objeto de determinação judicial. O ministro Alexandre de Moraes estabeleceu que a vigilância do ex-presidente deve ser realizada pelo Núcleo de Custódia do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. Este protocolo de segurança impõe uma prontidão de 24 horas, com a presença de dois policiais na porta do quarto de internação, além de equipes de segurança posicionadas tanto dentro quanto fora das instalações do hospital, garantindo a integridade e a ordem.

Em uma medida de precaução adicional e para manter a segurança do ambiente hospitalar e do paciente, o ministro Moraes proibiu expressamente a entrada de qualquer tipo de dispositivo eletrônico na unidade onde Bolsonaro está sendo tratado. Isso inclui computadores, telefones celulares e quaisquer outros aparelhos, com a única exceção de equipamentos estritamente médicos, indispensáveis ao tratamento. Tal restrição visa evitar qualquer tipo de comunicação não autorizada ou intrusão externa.

O quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, marcado pela piora da função renal e o aumento dos indicadores inflamatórios, continua a ser monitorado de perto pela equipe médica do Hospital DF Star. A transparência nos boletins e as decisões judiciais sobre o acompanhamento e segurança refletem a complexidade do caso. Para mais informações sobre condições respiratórias como a broncopneumonia, que afeta o ex-presidente, é possível consultar fontes de saúde pública confiáveis, como o Ministério da Saúde, que oferece diretrizes e informações relevantes sobre a doença.

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Este cenário de saúde e as determinações judiciais seguem sendo pauta de interesse público. Para aprofundar-se em análises sobre o contexto político e as repercussões de eventos como este, convidamos você a explorar outras notícias em nossa editoria de Política, onde a cobertura jornalística se mantém atualizada e focada em eventos relevantes para o cenário nacional.

Crédito da imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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