A rápida assimilação da Inteligência Artificial (IA) no cotidiano corporativo ressalta a urgência das empresas em estabelecer uma governança de IA robusta. Antes mesmo que as discussões sobre os limites e diretrizes da tecnologia pudessem amadurecer, a IA já se inseriu em diversas frentes de trabalho, gerando questionamentos diários sobre seu uso adequado. Questões como o que pode ser compartilhado, a confiabilidade das respostas geradas e onde reside a responsabilidade humana permanecem frequentemente sem resposta explícita.
É nesse vácuo que o conceito de governança transcende a esfera da Tecnologia da Informação (TI) e adquire uma dimensão estratégica mais ampla. A comunicação interna, nesse contexto, assume um papel vital que vai além da simples divulgação de normas. Ela precisa ser capaz de traduzir diretrizes complexas, atribuir significado às restrições e, sobretudo, fomentar uma cultura interna de segurança e utilização consciente da IA.
Governança de IA: Comunicação Interna Essencial para Uso Responsável
A formulação de um manual de regras, por si só, não é suficiente para resolver essa complexa equação. Quando o assunto é a governança da IA, o desafio central reside na capacidade da organização de estabelecer critérios inequívocos para o seu uso, delinear claramente as responsabilidades e assegurar que essas normativas sejam efetivamente aplicadas no dia a dia. Isso se manifesta em situações corriqueiras, mas reveladoras: a inserção de dados sensíveis em um “prompt”, a reutilização de uma resposta de IA sem verificação humana ou o uso de ferramentas externas não autorizadas para acelerar tarefas. Em todos esses casos, a falha não é meramente operacional, mas, fundamentalmente, um problema de orientação, compreensão e, em muitos momentos, de falha na comunicação.
A questão de quem deve supervisionar a interação entre pessoas e IA já não pode ser confinada a um único departamento. Essa ferramenta opera em múltiplos níveis, não apenas na infraestrutura tecnológica, como um sistema mais potente ou uma conexão mais veloz. Ela também abrange linguagem, interpretação e comportamento humano. Quando um profissional solicita à máquina que reformule um e-mail ou condense uma reunião, ele estabelece uma relação que envolve confiança, conhecimento prévio, senso crítico e responsabilidade, elementos que demandam uma mediação humana e uma narrativa clara.
A Visão Multidisciplinar da Liderança em Comunicação Interna
De acordo com Thaís Naldoni, Chief Communications Officer (CCO) da Invitro, uma destacada agência global de comunicação interna, uma mudança de perspectiva já está em curso. Ela observa que a governança da IA está migrando de uma abordagem focada em bloqueios pela TI para um esforço colaborativo. A comunicação interna, agora, compartilha decisões com o RH e o Jurídico para definir os parâmetros de uso e a proteção de dados. Essa reestruturação evidencia que a IA já superou a esfera técnica, exigindo respostas mais abrangentes para dilemas que a tecnologia isoladamente não pode solucionar.
Essa transformação é perceptível na rotina corporativa. À medida que a tecnologia começa a interagir por meio da linguagem e diretamente com os colaboradores, os riscos associados ganham novas configurações. Eles se manifestam em ruídos de entendimento, excesso de confiança e na utilização automática da IA sem a devida reflexão sobre a sensibilidade do conteúdo compartilhado. Thaís Naldoni ilustra as distintas responsabilidades: se a TI gerencia a infraestrutura, os “bits”, a comunicação interna foca nas pessoas e na narrativa, o “humano”.
Mais do que promover uma colaboração genérica, a perspectiva da CCO da Invitro aponta para uma ação prática que transcende a mera elaboração de protocolos, por mais importantes que sejam. Não basta ter regras se elas não forem compreendidas. Segundo Thaís, sem tradução, contexto e reforço contínuo, qualquer norma corre o risco de permanecer apenas no papel. É precisamente nesse ponto que a comunicação interna exerce um papel decisivo na governança da IA. “Sem a nossa participação, as regras de segurança são apenas cadeados que as pessoas acabam ignorando no dia a dia”, enfatiza.
No final das contas, o colaborador precisa compreender não só o que é proibido ou permitido, mas os motivos por trás desses limites e qual a sua responsabilidade contínua, mesmo em um cenário de automação. Como resume a porta-voz, a comunicação age para converter a complexidade em um comportamento seguro.
Estruturando a Governança de IA com Comitês Multidisciplinares
Atualmente, é ineficaz tratar a governança da IA como uma iniciativa isolada da comunicação interna. Para Cleide Cavalcante, gerente executiva de Marketing da Progic, o tema é, antes de tudo, de natureza estrutural. Ela sugere a formação de um comitê multidisciplinar que integre áreas estratégicas como TI, RH, Compliance e Comunicação Interna. Tal estrutura é crucial para lidar com uma tecnologia que avança em múltiplas frentes simultaneamente, exigindo uma visão sistêmica. Cleide ressalta que, além das camadas de infraestrutura e conformidade legal, existe uma terceira e igualmente vital: o impacto nas pessoas e o que, de fato, é assimilado por elas.
No que tange à governança da IA, o desafio é arquitetar um sistema multifacetado capaz de antecipar riscos, definir protocolos e, simultaneamente, gerar compreensão. A comunicação interna desempenha o papel de “tradutor estratégico”, articulando todas essas partes em uma narrativa clara. Sua habilidade em desmistificar jargões técnicos e transformar políticas complexas em mensagens acessíveis é inestimável. Essa perspectiva é valiosa, pois evita uma visão restrita da comunicação interna como mera “embaladora” de decisões já tomadas. Cleide sugere algo mais profundo: a comunicação tem o poder de moldar a cultura e o comportamento seguro em relação à IA.
Existe outro aspecto crucial nessa análise. Cleide enfatiza que o comitê não se limita a organizar as áreas envolvidas ou estabelecer regras. Ele também é responsável por autorizar aplicações com base em critérios de risco e responsabilidade, além de definir diretrizes de mitigação. É nessa dinâmica decisória que se estabelece quem autoriza, quem orienta, quem avalia, quem comunica e quem monitora cada etapa, garantindo que não haja lacunas no processo.
Além disso, essa estrutura dialoga com a ISO 42001, a primeira norma internacional dedicada a sistemas de gestão de IA, fundamentada em princípios como melhoria contínua, monitoramento de riscos e transparência nos processos organizacionais. Essa referência é significativa, pois demonstra que o tema começa a transcender a improvisação.
O Perigo da “Shadow AI” e a Importância da Prevenção
Embora seja relativamente simples identificar os riscos evidentes associados ao uso da IA nas corporações, o perigo nem sempre se manifesta de forma tão explícita no dia a dia. Um colaborador, ao tentar agilizar uma tarefa, pode inadvertidamente usar uma conta pessoal ou compartilhar informações além do necessário. É precisamente nesse uso aparentemente inofensivo que os riscos emergem. Onde reside, então, o verdadeiro perigo? Menos nos incidentes isolados e mais na forma como a IA é ativada, interpretada e normalizada, o que reforça a relevância da comunicação interna como uma mediadora da governança, e não apenas como um “apaga-incêndios”.
Não por acaso, Cleide chama a atenção para um dos pontos mais críticos desse cenário: a segurança de dados sensíveis, que inclui confidencialidade e a exposição indevida de informações. Segundo ela, o uso informal e não autorizado de ferramentas de IA, fora dos ambientes controlados das empresas, é denominado “Shadow AI”. Esse termo ajuda a identificar uma prática que não surge necessariamente da intenção de burlar regras, mas da combinação entre facilidade de acesso, pressa e falta de clareza sobre os limites permitidos.
No cotidiano empresarial, essa prática é mais comum do que muitas organizações gostariam de admitir. O problema reside no fato de que, ao acionar plataformas externas sem a governança adequada, abre-se uma brecha real para o vazamento de dados proprietários, informações estratégicas e conteúdos de clientes.
Por essa razão, a executiva defende uma atuação proativa da comunicação interna, com campanhas visuais que tornem os riscos mais tangíveis, treinamentos interativos que simulem situações reais e o reforço contínuo sobre a segurança de dados. “É importante reforçar a importância da LGPD, explicando o porquê das restrições e como cada colaborador é um guardião da informação da empresa”, destaca Cleide. Com essa abordagem, a empresa eleva a discussão do simples “não pode” para o campo da corresponsabilidade.
Da Proibição à Pedagogia do Uso Responsável da IA
A reação a esse cenário já demonstra sinais de mudança. Muitas empresas estão trocando a lógica do bloqueio total por ambientes mais controlados, combinando IA proprietária, comunicação interna proativa e governança transparente. Na perspectiva de Thaís Naldoni, da Invitro, a tendência atual é oferecer ferramentas corporativas fechadas, onde os dados não alimentam modelos públicos, acompanhadas de diretrizes claras sobre o que pode ou não ser compartilhado com a máquina. Essa mudança é significativa, pois indica uma compreensão mais pragmática do problema. Em vez de simplesmente proibir, as empresas começam a reconhecer que a IA já integra a rotina e, portanto, a governança deve encontrar maneiras mais inteligentes de organizar essa presença.
No entanto, Thaís faz uma ressalva crucial: a regra no papel não garante a segurança. No fundo, o que determina se o colaborador realmente compreenderá a distinção entre uma ferramenta autorizada e outra de uso público é a forma como essa informação chega até ele. Como explica a CCO, é imperativo contextualizar o tema, conferir concretude ao risco e traduzir a proteção de dados em situações que façam sentido para o indivíduo. Assim, a comunicação auxilia o público interno a discernir, com maior clareza, o perigo de vazamento de um dado de cliente e como isso afeta a todos.
Em vez de insistir em um discurso proibitivo, Thaís propõe uma pedagogia do uso responsável. Na governança da IA, a comunicação interna precisa fazer com que o “não pode”, muitas vezes acionado de forma simplificada, ceda lugar a uma orientação mais engajadora, que capacite o colaborador a utilizar a ferramenta com responsabilidade. “Devemos criar uma cultura em que o colaborador se sinta empoderado pela tecnologia, mas totalmente consciente do seu papel na proteção da empresa”, salienta a executiva. Frequentemente, as políticas internas delimitam os riscos, mas nem sempre ensinam a agir de forma adequada diante dos desafios. A prevenção também depende disso: de tornar o caminho seguro não apenas correto, mas compreensível e viável.
O Risco Humano na Era da Inteligência Artificial
Curiosamente, o erro mais crítico não reside na máquina, como muitos ainda supõem. É comum, ainda hoje, atribuir à IA a quase totalidade da responsabilidade por acertos e desvios, como se líderes e liderados estivessem alheios a essa equação. No entanto, é fundamental questionar se estamos agindo da melhor forma e quais são, de fato, os limites aceitáveis.
Nas palavras de Vitor Miranda, CEO da Invitro, o principal risco já não está na arquitetura das ferramentas, que hoje são robustas e seguras, mas sim no comportamento humano. Essa afirmação reorganiza, de maneira contundente, a hierarquia do problema. Diante disso, o que a comunicação interna, no âmbito da governança da IA, pode oferecer ao colaborador que nem sempre sabe o que deve ser mantido fora de um prompt e receia perguntar se está utilizando a tecnologia corretamente?
Para Vitor, a solução reside em guias de uso, educação crítica e canais seguros para tirar dúvidas, estruturados de forma que o público interno compreenda o que não deve ser inserido no sistema e que a decisão final permanece humana. Segundo ele, quando as pessoas entendem o funcionamento da tecnologia, tornam-se a primeira linha de defesa da empresa. “Prevenir o uso indevido é, acima de tudo, uma tarefa de transparência e educação contínua”, afirma.
É nesse interstício entre a criação de diretrizes e a integração da IA na rotina que a comunicação interna atua na governança e em outras frentes. Ela não é um time convocado apenas para difundir decisões prontas, mas uma instância capaz de transformar orientação em prática, proporcionando contexto e entendimento às pessoas. Essa talvez seja uma das viradas mais significativas impulsionadas pela disseminação da IA nas empresas. Por muito tempo, comunicar uma norma significava apresentá-la de forma vertical: o que é permitido, o que é vedado, o que foi liberado e o que foi proibido. Contudo, quando o assunto envolve uma tecnologia cercada por entusiasmo, receio, promessas e temores de substituição, essa lógica se mostra insuficiente. O colaborador não necessita apenas ser informado da existência de uma regra; ele precisa compreender o seu propósito, os riscos que ela visa evitar, os benefícios que ela protege e a responsabilidade que ainda lhe cabe.
Nesse ponto, a fala de Vitor Miranda ilumina o caminho. Segundo ele, as políticas de uso de IA frequentemente vêm carregadas de uma linguagem jurídica densa que, em vez de orientar, afasta o público. Quando a informação falha, o colaborador preenche esse vazio com interpretações parciais, incertezas e suposições, um terreno fértil para que a novidade seja encarada como uma ameaça. O problema, portanto, não está na regra em si, mas na maneira como ela chega ao público interno: fragmentada e, muitas vezes, incompreensível. Para reverter isso, a comunicação interna age como uma “tradutora de confiança”. “Nós deslocamos o foco do controle para o foco no benefício”, argumenta.
A expressão é contundente porque direciona a discussão para um campo mais humano. Traduzir confiança não implica suavizar o risco nem maquiá-lo com linguagem agradável. Significa demonstrar por que aquela diretriz existe, como ela protege o trabalho do próprio colaborador e de que forma a IA pode, de fato, aliviar tarefas repetitivas. Conforme Vitor, quando a empresa se comunica com clareza e empatia, a tecnologia deixa de ser uma ameaça e passa a ser vista como um “copiloto confiável”. E um copiloto auxilia, mas não assume o comando sozinho.
A tecnologia avança rapidamente, mas a governança só adquire consistência quando a comunicação interna contribui para sustentar uma cultura de uso responsável. Traduzir, contudo, não se resume a trocar o “juridiquês” por uma linguagem mais acessível. Como defende Cleide Cavalcante, da Progic, o ponto crucial está na concepção e circulação das diretrizes, políticas e manuais de uso de IA. Para ela, esses materiais não podem existir como um mero repositório de normas, descolado da realidade da empresa. Devem ser úteis, dinâmicos e conectados ao cotidiano. “Deve-se evitar o tom proibitivo, focando no empoderamento do colaborador. Na disseminação, a abordagem deve ser multicanal e engajadora”, reflete. A diferença pode parecer sutil, mas não é. Uma coisa é entregar um documento para ser lido; outra, bem distinta, é construir algo que possa ser internalizado e acionado precisamente no momento em que a dúvida surgir.
Essa reflexão ajuda a esclarecer melhor por que a comunicação interna se integra no campo da governança da IA. Não apenas por sua capacidade de distribuir mensagens, mas por sua expertise em trabalhar linguagem, ritmo, canais e adesão. Cleide propõe uma abordagem multicanal e engajadora, combinando gamificação, vídeos curtos, infográficos, quizzes, intranet, TV corporativa, aplicativos e workshops presenciais ou online. O objetivo não é embelezar a norma, mas assegurar que ela sobreviva à pressão da rotina. Quando a diretriz circula em formatos mais alinhados à experiência real do colaborador, a conformidade se torna um hábito mais natural.
Há outro ponto relevante: dentro dessas diretrizes, Cleide reforça a necessidade de revisão humana dos materiais, lembrando que nenhum conteúdo ou dado gerado por IA deve ser considerado final sem a validação crítica de um profissional. O papel da comunicação interna se torna ainda mais evidente quando a empresa opta por liberar ou restringir ferramentas. Nesses momentos, o que está em jogo não é apenas a existência da política, mas a confiança depositada na forma como a organização gerencia a mudança. Cleide chama a atenção para isso ao afirmar que a chave reside na transparência e na explicação clara do porquê de cada decisão. Essa observação é precisa porque, sem contexto, a simples liberação pode soar como um entusiasmo acrítico, enquanto a restrição pode parecer arbitrária. “É essencial mostrar que a empresa está agindo em prol do bem-estar coletivo e da sustentabilidade do negócio”, afirma.
Em outras palavras, governar também significa evitar que a regra gere resistência por falta de explicação. Quando a empresa se comunica com clareza, ela reduz a probabilidade de que a inovação caminhe em uma direção e a segurança em outra. Como sugere Cleide, a meta é criar um ambiente onde ambas possam coexistir.
Pesquisa Invitro: Avaliando a Maturidade do Mercado em Governança de IA
Se, até o momento, foi possível compreender como a comunicação interna se inseriu na engrenagem da governança da IA, a pesquisa que a Invitro está preparando para os próximos meses promete aprofundar essa percepção. Afinal, em que estágio o mercado realmente se encontra? A empresa decidiu transformar essa inquietação em um estudo setorial que deve analisar quatro dimensões principais: maturidade digital, modelos de governança, práticas de segurança e preparo das equipes.
A escolha desses eixos já revela a complexidade do cenário. Atualmente, não basta questionar se uma empresa utiliza ou não a IA. É fundamental entender com quais critérios essa adoção acontece, quem define seus limites, qual o nível de proteção que acompanha esse uso e em que medida o colaborador foi, de fato, orientado para lidar com a ferramenta. Em suma, a pesquisa parte da premissa de que a governança da IA não pode ser medida apenas pelo número de plataformas liberadas ou pelas restrições em vigor, mas pelo grau de articulação entre tecnologia, cultura, segurança e comunicação interna.
A proposta da pesquisa inclui etapas quantitativas e qualitativas, com foco especial em setores onde o desafio de engajamento é mais elevado, como Indústria, Saúde e Varejo, embora não se restrinja a eles. Essa escolha não é aleatória; em ambientes mais distribuídos, operacionais e heterogêneos, uma comunicação eficaz tende a ser ainda mais decisiva, pois a distância entre a regra e a prática costuma aumentar. Ao final, a expectativa da Invitro é fornecer um guia prático sobre como as empresas estão conciliando a eficiência da automação com aquilo que, nas palavras de Thaís, continua sendo inegociável: a necessidade de manter uma comunicação humana e estratégica.
Prêmio Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores (PEMCC): Destaque para a Comunicação Interna
O Prêmio Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores (PEMCC) chega à sua 4ª edição, preparado para reconhecer as organizações que estão transformando a comunicação interna em uma vantagem competitiva. Este evento é o único a conceder tal protagonismo à comunicação interna. As empresas são convidadas a inscrever seus cases e demonstrar ao mercado como engajam e inspiram seus colaboradores. Há 20 categorias disponíveis para evidenciar o impacto dos projetos, que vão desde Influenciadores Internos a Memória Organizacional, abrangendo Gestão de Crise, Liderança Comunicadora e Campanhas, entre outras. Com essa diversidade, certamente existe uma categoria ideal para cada iniciativa. Ao participar, as empresas garantem presença no Banco de Cases gratuito, visibilidade nas plataformas Melhor RH e Negócios da Comunicação, recebem a newsletter mensal e participam do Fórum Anual de Comunicação Interna, trocando experiências com os principais nomes do setor, além de acompanhar a apresentação dos cases vencedores. Para realizar a inscrição, os interessados podem acessar o site do PEMCC ou entrar em contato com Ana Carolina Felizardo pelo WhatsApp (32) 99150-1070. O futuro da comunicação interna é moldado por aqueles que decidem participar ativamente.
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Em síntese, a governança da IA não é um tema meramente técnico, mas um desafio cultural e de comunicação que exige a colaboração de diversas áreas. A comunicação interna emerge como uma peça fundamental para traduzir a complexidade, fomentar o uso responsável e garantir que as diretrizes sejam não apenas conhecidas, mas internalizadas pelos colaboradores. Para se aprofundar em temas cruciais sobre gestão, tecnologia e as tendências que moldam o futuro corporativo, continue acompanhando as análises exclusivas em nossa editoria de Análises.
Crédito da imagem: Portal Melhor RH






