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Renda Fixa Hoje: Taxas de CDB, LCI e LCA na XP

Economia

O cenário para a Renda Fixa Hoje apresenta diversas oportunidades na plataforma da XP Investimentos, com destaque para as taxas atrativas de Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) disponibilizadas nesta quarta-feira, dia 18. Investidores que buscam rentabilidade podem encontrar opções que superam 13% ao ano em títulos prefixados e remuneração ligada à inflação ou ao CDI.

No segmento dos CDBs, as ofertas prefixadas alcançam rendimentos de até 13,690% anuais para vencimentos em 12 meses. Para quem prefere atrelar seus investimentos à inflação, os títulos estão pagando até IPCA+8,640% em períodos superiores a um ano. Já os CDBs pós-fixados apresentam rentabilidade de até 115% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) para prazos acima de 12 meses.

Renda Fixa Hoje: Taxas de CDB, LCI e LCA na XP

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) também exibem condições vantajosas, com taxas prefixadas que podem chegar a 11,470% para vencimento em 12 meses. As LCAs vinculadas à inflação oferecem até IPCA+6,620% em um ano, enquanto as pós-fixadas remuneram em até 90% do CDI no prazo de 12 meses. Para as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), as opções pós-fixadas pagam até 81,5% do CDI para vencimentos superiores a um ano. Entre as ofertas específicas, destacam-se a LCI CEFTaxa com 87% do CDI e vencimento em fevereiro de 2027, o CDB Pernambucanas rendendo 110% do CDI com vencimento em fevereiro de 2030, e o CDB Original, que oferece 106% do CDI para janeiro de 2031. É importante ressaltar que essas ofertas na plataforma da XP são limitadas pela capacidade disponível do produto na data mencionada.

Cenário Macroeconômico e Impacto nas Taxas

As taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) registraram uma queda significativa na última sexta-feira, dia 13, um movimento que espelha o recuo consistente nos rendimentos dos Treasuries norte-americanos. Esta dinâmica foi impulsionada pela divulgação de um índice de inflação abaixo das expectativas nos Estados Unidos. Os vértices mais longos da curva de juros foram os principais condutores dessa queda, devido à sua maior sensibilidade ao contexto internacional.

O gatilho para essa mudança veio do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos EUA, que em janeiro subiu apenas 0,2%, contrariando a projeção de 0,3%. Este dado reforçou as apostas do mercado de que o Federal Reserve (Banco Central americano) pode efetuar, no mínimo, dois cortes nas taxas de juros ao longo de 2026. Essa expectativa, ao pressionar para baixo os rendimentos dos Treasuries – que são os títulos da dívida pública dos EUA – teve como consequência uma redução nas taxas futuras praticadas no Brasil. Para mais informações sobre as decisões de política monetária do Federal Reserve, consulte as notícias e eventos oficiais. (Federal Reserve)

Na curva de juros brasileira, a reação foi mais acentuada nos prazos mais longos, seguindo a tendência de queda dos juros globais. O contrato de DI para janeiro de 2035, por exemplo, recuou entre 5 e 7 pontos-base ao longo do dia. Em contrapartida, os contratos intermediários e de curto prazo demonstraram variações mais moderadas, sinalizando uma influência menor de fatores domésticos naquela sessão de negociação.

A curva de juros de curto prazo, por sua vez, manteve um comportamento mais contido, uma vez que os fatores locais exerceram um impacto limitado. Dados de atividade econômica divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), como um varejo mais fraco do que o esperado, não alteraram de forma relevante as expectativas imediatas em relação à política monetária doméstica. Consequentemente, os juros de prazos menores permaneceram relativamente estáveis.

Mesmo com a observada queda nas taxas de juros, o dólar conseguiu sustentar sua valorização em relação ao real. Esse movimento foi atribuído à busca por proteção por parte dos investidores, motivada pelo feriado prolongado de Carnaval no Brasil e pelo feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos. Contudo, o fechamento do dia refletiu predominantemente o alívio provocado pelo cenário externo, com o Treasury de 10 anos recuando para próximo de 4,05%.

Em síntese, o desempenho dos juros futuros foi amplamente direcionado pelo contexto internacional: a inflação mais branda nos Estados Unidos resultou na diminuição dos rendimentos globais e exerceu pressão descendente, especialmente sobre a ponta mais longa da curva de juros brasileira. Enquanto isso, a porção curta da curva permaneceu mais estável, dada a ausência de surpresas significativas no ambiente econômico doméstico.

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Este panorama detalha as atrativas taxas de renda fixa disponíveis na XP e as complexas interconexões do mercado financeiro global que moldam essas ofertas. Para se manter informado sobre as tendências do mercado financeiro e aprofundar seus conhecimentos em economia, explore mais conteúdos em nossa categoria de Economia. Mantenha-se atualizado para tomar as melhores decisões de investimento.

Crédito da imagem: Getty Images

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