O Ibovespa hoje, 25 de fevereiro, reflete um movimento de ajuste após ter alcançado uma máxima histórica. Na última sessão de negociações, o principal índice da bolsa brasileira registrou uma queda de 0,88%, encerrando o pregão aos 188.853 pontos. Durante o dia, o índice oscilou entre a mínima de 188.525 pontos e uma nova máxima histórica intraday de 191.002 pontos, evidenciando uma realização de lucros que se seguiu a um período de valorização intensa.
Apesar da correção observada, a análise do gráfico diário do Ibovespa indica que o índice permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração técnica é crucial, pois sustenta a percepção de uma tendência de alta como estrutura principal do mercado. O movimento recente, portanto, é interpretado como um ajuste técnico inerente a um cenário ainda construtivo para o ativo. O Índice de Força Relativa (IFR) de 14 períodos marcava 66,91, situando-se em uma zona neutra, sem indicar exaustão de compra ou venda no curto prazo.
Ibovespa Hoje (25): Ajustes Técnicos Mantêm Tendência de Alta
Para que o Ibovespa demonstre uma nova aceleração no campo positivo, a entrada consistente de fluxo comprador será indispensável, visando romper novamente a máxima histórica de 191.002 pontos. Ultrapassando esse patamar, os próximos alvos projetados para o índice são estabelecidos nas faixas de 193.270 a 196.075 pontos, com a possibilidade de extensão até os níveis de 199.540 a 200.000 pontos, marcando uma valorização significativa. Em contrapartida, a consolidação de um movimento corretivo de maior amplitude dependerá da perda da faixa de suporte crucial, localizada entre 183.662 e 180.088 pontos. Caso essa região não seja sustentada, o índice poderá buscar patamares inferiores, com projeções de queda para 177.741 a 171.815 pontos, indicando uma mudança no viés técnico predominante.
No horizonte de curto prazo, a análise do gráfico de 60 minutos do Ibovespa confirmou um viés corretivo, com o fechamento do índice abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Essa condição sinaliza um enfraquecimento do fluxo comprador para o curtíssimo prazo, exigindo atenção dos investidores. Para reverter esse quadro de cautela, o índice precisará superar a resistência de 189.427 pontos e, sequencialmente, retomar o patamar da máxima histórica em 191.002 pontos. Se houver um rompimento efetivo dessas faixas de resistência, os próximos alvos intradiários projetados são 191.540 pontos, com potencial extensão até 193.000 a 193.665 pontos.
Por outro lado, a continuidade do fluxo de baixa no curtíssimo prazo será determinada pela perda da faixa de suporte em 188.525 a 187.795 pontos. Caso esse nível seja rompido com um volume de negociação crescente, existe a possibilidade de intensificação da pressão vendedora, o que poderia impulsionar o mercado a buscar os patamares de 186.700 a 185.000 pontos. Esses movimentos demandam acompanhamento constante para que os operadores de day trade possam ajustar suas estratégias.
O mini-índice (WINJ26), com vencimento em abril, encerrou a última sessão, em 23 de fevereiro, em queda de 0,61%, alcançando 192.475 pontos. Este resultado configura um movimento corretivo no curto prazo, após as altas recentes do contrato. O WINJ26 entrou em ajuste, oscilando entre as médias durante o intraday. No gráfico de 15 minutos, observamos como referência imediata a faixa de suporte em 192.050 a 191.365 pontos e a resistência em 193.000 a 193.955 pontos. Esses níveis são fundamentais para orientar a direção do pregão. No gráfico de 60 minutos, o ativo fechou abaixo das médias, mantendo um viés de curto prazo mais cauteloso para o contrato.
Para a terça-feira, 24 de fevereiro, as expectativas para o mini-índice indicavam que, apesar do fechamento negativo na sessão anterior, houve uma reação no intraday que poderia favorecer uma recuperação no curtíssimo prazo. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte foi identificado em 5.171 a 5.156, enquanto a primeira resistência surgia em 5.181 a 5.198. Contudo, no gráfico de 60 minutos, o ativo permaneceu abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que mantinha um cenário técnico ainda fragilizado para o dia.
Com relação ao minidólar para a terça-feira, 24 de fevereiro, a análise apontava para um fechamento no negativo na sessão anterior, mas com uma reação observada no intraday, sugerindo a possibilidade de uma recuperação no curtíssimo prazo. No gráfico de 15 minutos, o primeiro suporte estava posicionado em 5.171 a 5.156, e a primeira resistência em 5.181 a 5.198. No entanto, o gráfico de 60 minutos para o ativo seguia abaixo das médias de 9 e 21 períodos, preservando um cenário técnico delicado.
No mercado de criptoativos, o futuro de Bitcoin (BITG26), com vencimento em fevereiro, registrou mais uma sessão de forte pressão vendedora. O contrato encerrou o último pregão com uma queda expressiva de 4,62%, atingindo 334.720 pontos. Esse resultado aprofundou o movimento negativo, levando o ativo a testar níveis técnicos de grande relevância. No gráfico diário, o Bitcoin mantém um fluxo de baixa predominante, mesmo após um período recente de maior lateralização. O rompimento da mínima em 330.820 pontos merece atenção especial, pois poderia abrir espaço para novas extensões de queda. O contrato continuava a ser negociado abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, com certo afastamento entre elas, preservando o viés técnico fragilizado. O IFR de 14 períodos recuou para 27,17, configurando uma zona de sobrevenda, o que pode, pontualmente, favorecer movimentos corretivos de recuperação, mas sem alterar, até o momento, a estrutura baixista de fundo.
Do ponto de vista operacional, a continuidade do fluxo vendedor para o Bitcoin futuro dependerá da perda consistente da faixa de 330.820 a 319.630 pontos. A quebra desses níveis pode acelerar o movimento de baixa em direção a 294.980 a 278.290 pontos, com um alvo mais distante projetado para 262.365 a 250.445 pontos. Por outro lado, uma recuperação mais robusta exigirá a superação da resistência em 375.500 a 381.660 pontos. Acima desse patamar, o ativo poderia buscar as faixas de 402.720 a 421.920 pontos, com uma projeção estendida até 433.580 a 451.240 pontos. Para mais detalhes sobre o mercado financeiro e suas nuances, é sempre recomendável consultar fontes especializadas, como as análises técnicas frequentemente publicadas no InfoMoney.
Em suma, a movimentação do Ibovespa, mini-índice, minidólar e Bitcoin futuro revela um cenário de ajustes técnicos e consolidação, com tendências predominantes ainda sendo testadas por níveis de suporte e resistência cruciais. Acompanhar os próximos pregões será essencial para confirmar a direção dos mercados e ajustar as estratégias de investimento e day trade. Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice, com base nos dados mais recentes para esta terça-feira, 24 de fevereiro.
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Crédito da imagem: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz






