A Neoenergia Eletrificação da Economia brasileira desponta como pilar central na estratégia da Neoenergia para impulsionar a descarbonização. Em meio aos debates cruciais da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), realizada em Belém, a empresa destacou seu papel protagonista na transição energética, apresentando uma série de projetos inovadores e iniciativas focadas na inclusão social e na modernização da infraestrutura elétrica nacional. A companhia, através de suas ações, posiciona-se como catalisadora de uma nova economia de baixo carbono, gerando oportunidades e promovendo o desenvolvimento sustentável.
O cenário global aponta para a eletrificação como o motor indispensável para a descarbonização acelerada, conforme salientado na COP30. A Neoenergia compreende que a mera geração de energia renovável é insuficiente; faz-se imperativo o desenvolvimento de redes elétricas robustas, digitalizadas e inteligentes, capazes de suportar essa transformação. Projeções internacionais indicam que investimentos superiores a US$ 20 trilhões serão necessários até 2035, com a demanda global por eletricidade projetada para duplicar em até 15 anos, impulsionada por avanços como inteligência artificial, data centers, mobilidade elétrica e sistemas de climatização. Este movimento irreversível confere ao Brasil uma posição estratégica para liderar a transição energética mundial, beneficiando-se de uma das matrizes elétricas mais limpas do planeta.
Neste contexto, a expansão da infraestrutura para integrar mais geração limpa, eletrificar setores intensivos em carbono e assegurar a qualidade do serviço elétrico são objetivos primordiais da Neoenergia. Com um forte compromisso com a modernização e a expansão das redes, a empresa tem direcionado vultosos investimentos para digitalização, automação e melhoria da qualidade do fornecimento, elementos cruciais para acelerar a transição energética e garantir a segurança do sistema. Em 2024, a Neoenergia se consolidou como a principal investidora em infraestrutura no Brasil, aportando R$ 9,8 bilhões, conforme dados da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). Seu Plano Estratégico para o período de 2025 a 2028 prevê um investimento adicional de mais de R$ 30 bilhões, com foco primordial nos segmentos de distribuição e transmissão. Dessa forma, a
Neoenergia Lidera Eletrificação da Economia e Descarbonização
através de uma abordagem abrangente e investimentos estratégicos, visando um futuro mais sustentável para o país.
Descarbonização e Investimentos Estratégicos
Durante a COP30, a Neoenergia anunciou um significativo financiamento verde de 300 milhões de euros, concedido pelo Banco Europeu de Investimento (BEI). Este recurso será destinado à modernização das redes da Neoenergia Coelba, na Bahia. A iniciativa possibilitará a expansão de linhas de transmissão, a criação de novas conexões e a automação do sistema, garantindo o acesso a energia limpa e de alta qualidade para milhões de consumidores, com especial atenção às comunidades de baixa renda. Estes investimentos são fundamentais para fortalecer a infraestrutura energética e impulsionar o desenvolvimento regional.
Entre as iniciativas recentes que deixam um legado concreto para o Brasil, destaca-se o projeto Mais Por Noronha. Com um investimento de R$ 350 milhões, a iniciativa visa descarbonizar Fernando de Noronha, substituindo o uso de biodiesel por um sistema inovador de geração solar com armazenamento em baterias. Este projeto, desenvolvido em parceria com o Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, e o Governo de Pernambuco, serve como um laboratório em larga escala para a transição energética, prometendo benefícios diretos à população local e o potencial de inspirar novos modelos de sustentabilidade em outras regiões. Outros avanços incluem a digitalização intensiva das redes, a expansão de microrredes para atendimento a comunidades isoladas e a integração crescente de fontes renováveis, consolidando uma infraestrutura robusta para a eletrificação do país.
O compromisso global com a descarbonização, evidenciado em eventos como a COP30, é um imperativo, e estudos de instituições como a Agência Internacional de Energia (IEA) ressaltam a urgência de investimentos massivos em infraestrutura energética e tecnologias limpas para atingir as metas climáticas. A Neoenergia alinha-se a essa visão global, contribuindo ativamente para a transformação do setor energético.
Inovação para Setores Intensivos em Carbono
A Neoenergia tem impulsionado a inovação na descarbonização de setores com alta intensidade de carbono, oferecendo soluções verdes que combinam tecnologia de ponta e impacto real. Seu portfólio inclui produtos e serviços voltados à descarbonização industrial, com estratégias customizadas para reduzir custos operacionais e as emissões de carbono. Parcerias estratégicas com empresas como Motiva, Ambev, Nexus e com o Comitê Olímpico do Brasil garantem o fornecimento de energia 100% renovável e certificada, fortalecendo a cadeia de valor verde no país.
No segmento de hidrogênio verde, a Neoenergia se destaca com investimentos superiores a R$ 30 milhões. A empresa construiu no Distrito Federal uma das primeiras unidades de abastecimento para veículos leves e pesados alimentada por energia solar, um projeto que será inaugurado este ano. Esta iniciativa faz parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e funcionará como um centro de conhecimento estratégico para o desenvolvimento da cadeia de hidrogênio no Brasil, explorando seu potencial como vetor energético do futuro.
Transição Energética Justa e Desenvolvimento Humano
A preocupação com uma transição energética socialmente justa é um pilar da atuação da Neoenergia. Projetos como o desenvolvido em Xique-Xique, uma comunidade isolada na Bahia, ilustram esse compromisso. Ali, cerca de 100 famílias têm acesso a energia limpa 24 horas por dia, graças à implantação de uma usina solar e uma microrrede pioneira na região Nordeste. Esta iniciativa não só garante o acesso à energia, mas também promove a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento local.

Imagem: Divulgação via valor.globo.com
No campo da formação profissional, a Escola de Eletricistas da Neoenergia já qualificou mais de 6 mil profissionais, incluindo mais de mil mulheres. Com uma taxa de contratação de mais de 75% dos formados pela própria empresa, o programa tem sido fundamental para o desenvolvimento de talentos no setor. A iniciativa voltada para mulheres, inédita no segmento, recebeu reconhecimento da ONU Mulheres e do Fórum Econômico Mundial, destacando seu impacto na equidade de gênero.
Adicionalmente, o programa Potencialize, pioneiro no setor elétrico por ser exclusivo para pessoas negras e pardas, visa acelerar a carreira desses colaboradores. Em apenas um ano de existência, o programa já registrou a promoção de 50% dos participantes, demonstrando um compromisso efetivo com a diversidade e a ascensão profissional dentro da companhia.
A Neoenergia projeta um futuro onde a eletrificação será o eixo central da descarbonização e do desenvolvimento econômico, com a necessidade contínua de investimentos em redes de transmissão, distribuição, geração e armazenamento de energia. Com aproximadamente 90% de sua geração proveniente de fontes limpas, a empresa reforça seu investimento em redes inteligentes e digitalização, garantindo um fornecimento energético seguro, acessível e sustentável. O CEO Eduardo Capelastegui enfatiza a importância de políticas energéticas robustas e um ambiente regulatório estável para estimular os investimentos necessários, reafirmando o compromisso da Neoenergia com seus clientes e com o progresso do Brasil.
Paralelamente, o “Diálogo com Jovens sobre Oportunidades de Empregos Verdes”, promovido por Iberdrola e Neoenergia durante a COP30, ressaltou a relevância de preparar a juventude para as demandas da economia de baixo carbono. O evento reuniu representantes de organizações como PerifaConnection e Observatório das Baixadas, que atuam com clima e inclusão social. Solange Ribeiro, vice-presidente da Neoenergia, destacou que a eletrificação cria vastas oportunidades, e a transição verde exige a energia e a determinação dos jovens, ressaltando que a educação é a chave para o desenvolvimento dos profissionais do futuro.
Dados do LinkedIn indicam que o número de profissionais em “empregos verdes” precisará dobrar até 2050. O Brasil possui um potencial significativo para ocupar esse espaço, especialmente entre jovens de 18 a 24 anos que não estudam nem trabalham, configurando a quarta maior população nessa condição entre os países da OCDE. Thuane Nascimento, diretora-executiva do PerifaConnection, reiterou o esforço de conectar jovens aos tomadores de decisão, garantindo que as soluções sejam criadas nos territórios onde vivem e buscam oportunidades.
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A atuação da Neoenergia, focada na eletrificação da economia e na descarbonização, demonstra um caminho robusto para um futuro mais sustentável e inclusivo no Brasil. Com investimentos significativos em infraestrutura, inovação tecnológica e programas sociais, a empresa não apenas responde aos desafios climáticos globais, mas também cria novas oportunidades e fomenta o desenvolvimento local. Para mais informações sobre as tendências e impactos no setor energético e econômico, continue acompanhando as análises e notícias em nossa editoria de Economia.
Foto: Divulgação/Neoenergia







